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Pedro Neves, Partner da Moneris Guia em Entrevista.

Pedro Neves, Parnter da Moneris Guia dá uma entrevista ao Jornal Pombal onde aborda os vário desafios da Moneris Guia. Leia o aqui o artigo.

Entrevista

– Descrição da empresa (onde se inclui ano de início de actividade, número de funcionários, sector a que se dedica, volume de negócio em 2019 e toda a informação que ache pertinente).

A Moneris Guia tem como atividade a prestação de serviços de contabilidade e reporting, consultoria, apoio à gestão e recursos humanos, estando localizada na Guia.

Atualmente, pertence ao Grupo Moneris, que se apresenta como o maior grupo nacional de contabilidade e apoio à gestão, presente de norte a sul de Portugal, com uma rede de 20 escritórios sustentada por, aproximadamente, 300 consultores e com um volume de negócios de, aproximadamente, 13 milhões de euros.

A Moneris Guia foi fundada em 1982 com a denominação Contiguia, Lda., tendo sido integrada no Grupo Moneris em 2008. Conta atualmente com 17 colaboradores, distribuídos pelo serviço de contabilidade e reporting e processamento de recursos humanos, tendo como clientes todo o tipo de empresas distribuídas por grande parte do país, tendo construído, ao longo dos anos, relacionamentos fortes, estreitos e duradouros, com os nossos clientes, que nos valorizam com a sua confiança e fidelidade.

 – Em relação ao desenvolvimento económico na região Oeste, enquanto empresário, quais são as suas maiores preocupações?

Em relação a esta questão, torna-se preocupante a saída de talentos e de pessoal com alto nível de formação para outros territórios, sejam em Portugal ou no estrangeiro, o que nos pode vir a provocar alguns problemas a nível de recursos humanos no futuro, o que torna essencial a criação de novas e maiores empresas nesta zona.

– No seu ponto de vista, quais são as vantagens para a fixação de empresas da região? Pode dizer-se que a União das Freguesias da Guia, Ilha e Mata Mourisca tem uma localização privilegiada para a criação de riqueza no território?

Sem dúvida. A nossa localização junto à A17, a linha do Oeste, a EN109 e a proximidade à A1 são fatores por si só relevantes para a fixação de empresas na região.

Temos visto já nos últimos anos o aparecimento de empresas de pequena e média dimensão na nossa zona industrial, estando a mesma, neste momento, sem espaço para a implantação de mais e maiores empresas.

A região Oeste do concelho de Pombal, onde a Moneris Guia se situa é, sem dúvida, um dos principais pontos com grande potencial de crescimento no eixo Leiria – Figueira da Foz, tendo tido um crescimento considerável nos últimos anos.

 – De que forma é que se poderia impulsionar o sector?

Se continuarem a surgir mais empresas neste território, isso, por si só, permite-nos continuar com o crescimento que temos tido nos últimos anos na nossa atividade. Daí ser muito importante a criação de condições por parte da autarquia para a implantação dessas empresas.

Uma das grandes preocupações dos residentes da Guia prende-se com o grande fluxo de trânsito pesado no centro da vila, e por isso referem a importância de uma ligação da Zona Industrial da Guia à A17. Revê-se nessa preocupação?

Sim, revejo. Existe à alguns anos o projeto de se criar uma cintura rodoviária externa à Guia, de forma a que se ligue a entrada sul diretamente à rotunda da A17, bem como criar uma alternativa à EN109 que faça a ligação Leiria – Figueira da Foz por fora do centro da Vila.

Isto permitirá que os veículos pesados ligados às empresas da zona industrial bem como às várias empresas de exploração de inertes existentes, tenham alternativas à circulação, tornando o centro da Guia mais seguro e com menos confusão de tráfego, permitindo a continuação do seu desenvolvimento com condições mais urbanas.

– Existe a necessidade de ampliar a Zona Industrial da Guia. Na sua opinião, que estratégia deveria ser delineada para o crescimento dessa infra-estrutura?

Essa é uma necessidade à vista de todos. O facto de não existirem atualmente lotes para venda na ZIG, pode fazer com que se perca a oportunidade da implantação de novas empresas na UFGIM e, consequentemente, a fixação de pessoas e riqueza no nosso território.

Quanto à estratégia a adotar, penso que se deve seguir o que está a alguns anos pensado, ou seja, a ampliação da zona industrial a Norte e a Poente daquilo que já existe.

Não querendo entrar em políticas, acho que a ampliação agora sugerida a Nascente da linha do Oeste não faz sentido, dado que irá chocar com a parte habitacional aí existente.

– Enquanto empresário, sente que as entidades Junta e Autarquia estão atentas aos problemas da região Oeste? 

Na minha opinião, penso que os vários executivos da junta têm tentado fazer tudo para promover o crescimento da nossa união de freguesias, embora me pareça que o município seja demasiado lento a executar as várias propostas que vão sendo apresentadas, perdendo-se na excessiva burocracia e, com isso, fazendo com que a UFGIM perca oportunidades únicas de crescimento.

A primeira fase da ZIG, até sair do papel, demorou mais de 10 anos. À que definir prioridades e fazer o que realmente permite a implantação de empresas e de negócio na nossa freguesia.

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Pedro Neves, Partner of Moneris Guide in Interview.

Pedro Neves, Parnter of Moneris Guia gives an interview to the Pombal Newspaper where he addresses the various challenges of Moneris Guia. Read the article here.

Interview

– Description of the company (which includes the year of start-up, number of employees, sector to which it is dedicated, turnover in 2019 and all the information it deems relevant).

Moneris Guia’s activity is to provide accounting and reporting services, consulting, management support and human resources, being located in Guia.

Currently, it belongs to the Moneris Group, which presents itself as the largest national accounting and management support group, present from north to south of Portugal, with a network of 20 offices supported by approximately 300 consultants and with a turnover of approximately 13 million euros.

Moneris Guia was founded in 1982 under the name Contiguia, Lda., having been integrated into the Moneris Group in 2008. It currently has 17 employees, distributed by the accounting and reporting and processing service of human resources, having as customers all kinds of companies distributed throughout the country, having built, over the years, strong, close and lasting relationships with our customers, who value us with their trust and loyalty.

– In relation to economic development in the Western region, as an entrepreneur, what are your biggest concerns?

In this regard, it is worrying the departure of talents and staff with a high level of training to other territories, whether in Portugal or abroad, which may cause some problems in terms of human resources in the future, which makes it essential to create new and larger companies in this area.

– In your view, what are the advantages for setting up companies in the region? Can it be said that the Union of parishes of Guia, Ilha and Mata Mourisca has a privileged location for the creation of wealth in the territory?

Definitely. Our location next to the A17, the West line, the EN109 and the proximity to the A1 are factors in themselves relevant to the setting of companies in the region.

We have seen in recent years the emergence of small and medium-sized companies in our industrial zone, being the same, at this moment, without room for the implementation of more and larger companies.

The western region of the municipality of Pombal, where Moneris Guia is located, is undoubtedly one of the main points with great growth potential in the Leiria – Figueira da Foz axis, having had considerable growth in recent years.

– How could the sector be boosted?

If more companies continue to emerge in this territory, this alone allows us to continue with the growth we have had in recent years in our activity. That is why it is very important for the municipality to create conditions for the implementation of these companies.

One of the major concerns of guia residents is related to the large flow of heavy traffic in the center of the village, and therefore mention the importance of a connection of the Industrial Zone of Guia to the A17. Do you see yourself in that concern?

Yes, I review it. There is a few years ago the project to create a road belt outside the Guia, so that the south entrance directly to the roundabout of the A17 is connected, as well as to create an alternative to the EN109 that connects Leiria – Figueira da Foz outside the center of the village.

This will allow heavy vehicles linked to industrial zone companies as well as to the various existing inert operating companies to have alternatives to circulation, making the centre of Guia safer and with less traffic confusion, allowing its development to continue with more urban conditions.

– There is a need to expand the Guia Industrial Zone. In your opinion, what strategy should be delineated for the growth of this infrastructure?

That’s a necessity in plain sight. The fact that there are currently no lots for sale at ZIG, may cause the opportunity to be lost to the establishment of new companies in UFGIM and, consequently, the fixation of people and wealth in our territory.

As for the strategy to be adopted, I think that we should follow what is a few years ago, namely the expansion of the industrial zone to the north and the west of what already exists.

Not wanting to get into politics, I think the expansion now suggested to The East of the West line does not make sense, since it will clash with the housing part there.

– As a businessman, do you feel that the Junta and Autarchy entities are aware of the problems of the Western region?

In my opinion, I think that the various executives of the board have tried to do everything to promote the growth of our union of parishes, although It seems to me that the municipality is too slow to implement the various proposals that are being presented, getting lost in excessive bureaucracy and, therefore, causing UFGIM to lose unique opportunities for growth.

The first phase of ZIG, until it came out of the paper, took more than 10 years. To which set priorities and do what really allows the implementation of companies and business in our parish.

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Pedro Neves, associé de Moneris Guide en entrevue.

Pedro Neves, Parnter de Moneris Guia donne une interview au journal Pombal où il aborde les différents défis de Moneris Guia. Lisez l’article ici.

Entrevue

– Description de l’entreprise (qui comprend l’année de démarrage, le nombre de salariés, le secteur auquel elle est dédiée, le chiffre d’affaires en 2019 et toutes les informations qu’elle juge pertinentes).

Moneris Guia a pour mission de fournir des services de comptabilité et de reporting, de conseil, de soutien à la gestion et de ressources humaines, situés à Guia.

Il appartient actuellement au Groupe Moneris, qui se présente comme le plus grand groupe national de soutien à la comptabilité et à la gestion, présent du nord au sud du Portugal, avec un réseau de 20 bureaux soutenu par environ 300 consultants et avec un chiffre d’affaires d’environ 13 millions d’euros.

Moneris Guia a été fondée en 1982 sous le nom de Contiguia, Lda., après avoir été intégré dans le Groupe Moneris en 2008. Elle compte actuellement 17 employés, répartis par le service de comptabilité et de reporting et de traitement des ressources humaines, ayant en tant que clients toutes sortes d’entreprises réparties dans tout le pays, ayant construit, au fil des ans, des relations fortes, étroites et durables avec nos clients, qui nous valorisent avec leur confiance et leur loyauté.

– En ce qui concerne le développement économique dans la région de l’Ouest, en tant qu’entrepreneur, quelles sont vos plus grandes préoccupations?

À cet égard, il est inquiétant de faire le départ de talents et de personnel ayant un niveau élevé de formation vers d’autres territoires, que ce soit au Portugal ou à l’étranger, ce qui peut poser des problèmes en termes de ressources humaines à l’avenir, ce qui rend essentiel la création d’entreprises nouvelles et plus grandes dans ce domaine.

– À votre avis, quels sont les avantages de la création d’entreprises dans la région? Peut-on dire que l’Union des paroisses de Guia, Ilha et Mata Mourisca dispose d’un lieu privilégié pour la création de richesses sur le territoire ?

Certainement. Notre emplacement à côté de l’A17, la ligne Ouest, l’EN109 et la proximité de l’A1 sont des facteurs en eux-mêmes pertinents pour le cadre des entreprises dans la région.

Nous avons vu ces dernières années l’émergence de petites et moyennes entreprises dans notre zone industrielle, étant les mêmes, en ce moment, sans possibilité de mise en œuvre de plus en plus grandes entreprises.

La région ouest de la municipalité de Pombal, où se trouve Moneris Guia, est sans aucun doute l’un des principaux points avec un grand potentiel de croissance dans l’axe Leiria – Figueira da Foz, ayant connu une croissance considérable ces dernières années.

– Comment stimuler le secteur ?

Si davantage d’entreprises continuent d’émerger sur ce territoire, cela nous permet à nous seuls de poursuivre la croissance que nous avons eue ces dernières années dans notre activité. C’est pourquoi il est très important pour la municipalité de créer les conditions de la mise en œuvre de ces entreprises.

L’une des principales préoccupations des habitants de guia est liée à l’important trafic dense dans le centre du village, et donc mentionner l’importance d’un raccordement de la zone industrielle de La Guia à l’A17. Vous voyez-vous dans cette préoccupation?

Oui, je l’examine. Il ya quelques années le projet de créer une ceinture routière en dehors de la Guia, de sorte que l’entrée sud directement au rond-point de l’A17 est connecté, ainsi que de créer une alternative à l’EN109 qui relie Leiria – Figueira da Foz en dehors du centre du village.

Cela permettra aux poids lourds liés aux entreprises de zone industrielle ainsi qu’aux différentes sociétés d’exploitation inertes existantes d’avoir des alternatives à la circulation, rendant le centre de Guia plus sûr et avec moins de confusion de la circulation, permettant à son développement de poursuivre avec des conditions plus urbaines.

– Il est nécessaire d’agrandir la zone industrielle de Guia. À votre avis, quelle stratégie devrait-on définir pour la croissance de cette infrastructure?

C’est une nécessité à la vue de tous. Le fait qu’il n’y ait actuellement pas de lots à vendre chez ZIG, peut entraîner la perte de la possibilité de perdre à la création de nouvelles entreprises dans UFGIM et, par conséquent, la fixation des personnes et de la richesse sur notre territoire.

En ce qui concerne la stratégie à adopter, je pense que nous devrions suivre ce qui est il y a quelques années, à savoir l’expansion de la zone industrielle au nord et à l’ouest de ce qui existe déjà.

Ne voulant pas entrer en politique, je pense que l’expansion maintenant suggérée à la ligne De l’Est de l’Ouest n’a pas de sens, car elle va entrer en conflit avec la partie logement là-bas.

– En tant qu’homme d’affaires, pensez-vous que les entités junta et autarchie sont conscientes des problèmes de la région occidentale?

À mon avis, je pense que les différents dirigeants du conseil d’administration ont tout essayé de tout faire pour promouvoir la croissance de notre syndicat des paroisses, bien qu’il me semble que la municipalité est trop lente à mettre en œuvre les différentes propositions qui sont présentées, se perdre dans une bureaucratie excessive et, par conséquent, causer UFGIM de perdre des possibilités uniques de croissance.

La première phase de ZIG, jusqu’à ce qu’il sorte du papier, a pris plus de 10 ans. À qui fixer des priorités et faire ce qui permet vraiment la mise en œuvre des entreprises et des entreprises dans notre paroisse.

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Pedro Neves, Partner von Moneris Guide im Interview.

Pedro Neves, Parnter von Moneris Guia, gibt der Pombal Zeitung ein Interview, in dem er die verschiedenen Herausforderungen von Moneris Guia thematisiert. Lesen Sie den Artikel hier.

Interview

– Beschreibung des Unternehmens (einschließlich des Gründungsjahres, der Zahl der Mitarbeiter, des Sektors, dem es gewidmet ist, des Umsatzes im Jahr 2019 und aller Informationen, die es für relevant hält).

Die Tätigkeit von Moneris Guia besteht in der Bereitstellung von Buchhaltungs- und Reporting-Dienstleistungen, Beratung, Management-Support und Personal, in Guia.

Derzeit gehört sie zur Moneris-Gruppe, die sich als größte nationale Unterstützungsgruppe für Rechnungswesen und Management von Nord- bis Südportugal mit einem Netzwerk von 20 Büros mit rund 300 Beratern und einem Umsatz von rund 13 Millionen Euro präsentiert.

Moneris Guia wurde 1982 unter dem Namen Contiguia, Lda. gegründet und 2008 in die Moneris Gruppe integriert. Es hat derzeit 17 Mitarbeiter, verteilt durch die Buchhaltung und Berichterstellung und Verarbeitung Service von Human Ressourcen, als Kunden alle Arten von Unternehmen im ganzen Land verteilt, im Laufe der Jahre aufgebaut, starke, enge und dauerhafte Beziehungen mit unseren Kunden, die uns mit ihrem Vertrauen und Loyalität schätzen.

– Was sind Ihre größten Sorgen in Bezug auf die wirtschaftliche Entwicklung in der westlichen Region als Unternehmer?

In dieser Hinsicht ist es beunruhigend, dass Talente und Mitarbeiter mit einem hohen Ausbildungsniveau in andere Gebiete, ob in Portugal oder im Ausland, abwandern, was in Zukunft zu einigen Problemen im Hinblick auf die Humanressourcen führen kann, was die Schaffung neuer und größerer Unternehmen in diesem Bereich erforderlich macht.

– Welche Vorteile bietet Ihrer Meinung nach die Gründung von Unternehmen in der Region? Kann man sagen, dass die Vereinigung der Pfarreien von Guia, Ilha und Mata Mourisca eine privilegierte Lage für die Schaffung von Reichtum in dem Gebiet hat?

Definitiv. Unsere Lage neben der A17, der Weststrecke, der EN109 und der Nähe zur A1 sind Faktoren für die Einstellung von Unternehmen in der Region.

Wir haben in den letzten Jahren das Entstehen kleiner und mittlerer Unternehmen in unserem Industriegebiet erlebt, das zum jetzigen Zeitpunkt derselbe ist, ohne Dasshin zur Umsetzung von mehr und größeren Unternehmen.

Die westliche Region der Gemeinde Pombal, in der Moneris Guia liegt, ist zweifellos einer der Hauptpunkte mit großem Wachstumspotenzial in der Achse Leiria – Figueira da Foz, nachdem sie in den letzten Jahren ein beträchtliches Wachstum verzeichnet hatte.

– Wie könnte der Sektor gestärkt werden?

Wenn in diesem Gebiet weiterhin mehr Unternehmen entstehen, können wir allein so weitermachen wie in den letzten Jahren. Deshalb ist es für die Gemeinde sehr wichtig, Bedingungen für die Umsetzung dieser Unternehmen zu schaffen.

Eines der Hauptanliegen der Guia-Bewohner hängt mit dem großen Strom des schwerfstarken Verkehrs im Zentrum des Dorfes zusammen und erwähnt daher die Bedeutung einer Verbindung der Industriezone von Guia mit der A17. Sehen Sie sich in dieser Sorge?

Ja, ich überprüfe es. Vor einigen Jahren gab es das Projekt, einen Straßengürtel außerhalb der Guia zu schaffen, so dass der Südliche Eingang direkt an den Kreisverkehr der A17 angeschlossen ist, sowie eine Alternative zur EN109 zu schaffen, die Leiria – Figueira da Foz außerhalb des Dorfzentrums verbindet.

Dies wird es schweren Fahrzeugen, die mit Industriegebietsunternehmen sowie den verschiedenen bestehenden inerten Betreibergesellschaften verbunden sind, ermöglichen, Alternativen zum Verkehr zu haben, was das Zentrum von Guia sicherer macht und weniger Verkehrschaos hat, so dass seine Entwicklung unter städtischen Bedingungen fortgesetzt werden kann.

– Es ist notwendig, die Industriezone von Guia zu erweitern. Welche Strategie sollte Ihrer Meinung nach für das Wachstum dieser Infrastruktur abgegrenzt werden?

Das ist eine Notwendigkeit in Sichtweite. Die Tatsache, dass es derzeit keine Lose zum Verkauf bei ZIG gibt, kann dazu führen, dass die Möglichkeit, durch die Gründung neuer Unternehmen in UFGIM und damit die Fixierung von Menschen und Reichtum in unserem Gebiet verloren gehen.

Was die zu verabschiedende Strategie betrifft, so sollten wir meiner Meinung nach dem folgen, was vor einigen Jahren der Fall war, nämlich der Ausdehnung des Industriegebiets nach Norden und Westen dessen, was bereits existiert.

Ich glaube, dass die jetzt vorgeschlagene Erweiterung nach Osten der Westlinie keinen Sinn macht, da sie mit dem dorten Wohnteil kollidieren wird.

– Haben Sie als Geschäftsmann das Gefühl, dass die Junta und die Autarchie-Einheiten sich der Probleme der westlichen Region bewusst sind?

Meiner Meinung nach haben die verschiedenen Vorstandsmitglieder meines Erachtens alles versucht, um das Wachstum unseres Pfarrverbandes zu fördern, obwohl mir die Gemeinde zu langsam erscheint, um die verschiedenen Vorschläge umzusetzen, die vorgelegt werden, um sich in übermäßiger Bürokratie zu verlieren und damit dazu führt, dass ufGIM einzigartige Wachstumschancen verliert.

Die erste Phase von ZIG, bis sie aus dem Papier kam, dauerte mehr als 10 Jahre. Zu dem Prioritäten setzen und tun, was wirklich die Umsetzung von Unternehmen und Unternehmen in unserer Pfarrei ermöglicht.

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Pedro Neves, Socio de Moneris Guide en Entrevista.

Pedro Neves, Parnter de Moneris Guia da una entrevista al Periódico Pombal donde aborda los diversos retos de Moneris Guia. Lea el artículo aquí.

Entrevista

– Descripción de la empresa (que incluye el año de puesta en marcha, número de empleados, sector al que se dedica, volumen de negocios en 2019 y toda la información que considere relevante).

La actividad de Moneris Guia es proporcionar servicios de contabilidad e informes, consultoría, apoyo a la gestión y recursos humanos, estando ubicado en Guía.

Actualmente, pertenece al Grupo Moneris, que se presenta como el mayor grupo nacional de apoyo a la contabilidad y gestión, presente de norte a sur de Portugal, con una red de 20 oficinas apoyadas por aproximadamente 300 consultores y con una facturación de aproximadamente 13 millones de euros.

Moneris Guia fue fundada en 1982 bajo el nombre de Contiguia, Lda., habiendo sido integrada en el Grupo Moneris en 2008. Actualmente cuenta con 17 empleados, distribuidos por el servicio de contabilidad e informes y procesamiento de recursos humanos, teniendo como clientes todo tipo de empresas distribuidas por todo el país, habiendo construido, a lo largo de los años, relaciones fuertes, cercanas y duraderas con nuestros clientes, que nos valoran con su confianza y lealtad.

– En relación con el desarrollo económico en la región occidental, como empresario, ¿cuáles son sus mayores preocupaciones?

En este sentido, es preocupante la salida de talentos y personal con un alto nivel de formación a otros territorios, ya sea en Portugal o en el extranjero, lo que puede causar algunos problemas en términos de recursos humanos en el futuro, lo que hace que sea esencial crear nuevas y más grandes empresas en este ámbito.

– En su opinión, ¿cuáles son las ventajas para la creación de empresas en la región? ¿Se puede decir que la Unión de parroquias de Guía, Ilha y Mata Mourisca tiene una ubicación privilegiada para la creación de riqueza en el territorio?

Definitivamente. Nuestra ubicación junto a la A17, la línea Oeste, la EN109 y la proximidad a la A1 son factores en sí mismos relevantes para el entorno de las empresas en la región.

Hemos visto en los últimos años el surgimiento de pequeñas y medianas empresas en nuestra zona industrial, siendo las mismas, en este momento, sin espacio para la implementación de más y más grandes empresas.

La región occidental del municipio de Pombal, donde se encuentra Moneris Guia, es sin duda uno de los puntos principales con gran potencial de crecimiento en el eje Leiria – Figueira da Foz, habiendo tenido un crecimiento considerable en los últimos años.

– ¿Cómo podría impulsarse el sector?

Si más empresas siguen surgiendo en este territorio, esto por sí solo nos permite continuar con el crecimiento que hemos tenido en los últimos años en nuestra actividad. Por eso es muy importante que el municipio cree condiciones para la implantación de estas empresas.

Una de las principales preocupaciones de los residentes de guia está relacionada con el gran flujo de tráfico pesado en el centro del pueblo, y por lo tanto mencionar la importancia de una conexión de la Zona Industrial de Guía con la A17. ¿Te ves en esa preocupación?

Sí, lo repaso. Hace unos años hay el proyecto de crear un cinturón de carretera fuera de la Guía, de modo que la entrada sur directamente a la rotonda de la A17 esté conectada, así como para crear una alternativa a la EN109 que conecta Leiria – Figueira da Foz fuera del centro del pueblo.

Esto permitirá que los vehículos pesados vinculados a las empresas de zonas industriales, así como a las distintas empresas operadoras inertes existentes, tengan alternativas a la circulación, haciendo que el centro de Guía sea más seguro y con menos confusión del tráfico, permitiendo que su desarrollo continúe con más condiciones urbanas.

– Es necesario ampliar la Zona Industrial de Guía. En su opinión, ¿qué estrategia debe delimitarse para el crecimiento de esta infraestructura?

Es una necesidad a la vista. El hecho de que actualmente no haya lotes a la venta en ZIG, puede hacer que se pierda la oportunidad de la creación de nuevas empresas en UFGIM y, en consecuencia, la fijación de personas y riqueza en nuestro territorio.

En cuanto a la estrategia que ha de adoptarse, creo que debemos seguir lo que es hace unos años, a saber, la expansión de la zona industrial hacia el norte y el oeste de lo que ya existe.

Sin querer entrar en política, creo que la expansión ahora sugerida a la línea Del Este de Occidente no tiene sentido, ya que chocará con la parte de la vivienda allí.

– Como empresario, ¿cree que las entidades de la Junta y la Autarchy son conscientes de los problemas de la región occidental?

En mi opinión, creo que los diversos ejecutivos de la junta han intentado hacer todo lo posible para promover el crecimiento de nuestra unión de parroquias, aunque me parece que el municipio es demasiado lento para implementar las diversas propuestas que se están presentando, perderse en una burocracia excesiva y, por lo tanto, hacer que UFGIM pierda oportunidades únicas de crecimiento.

La primera fase de ZIG, hasta que salió del periódico, tomó más de 10 años. A la que establecer prioridades y hacer lo que realmente permite la implementación de empresas y negocios en nuestra parroquia.

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